segunda-feira, 11 de maio de 2009

Década de 2020 deve consolidar poder dos BRICs

Os anos 20 deste século podem marcar a consolidação do fortalecimento de países emergentes como potências econômicas e políticas, em um mundo cada vez mais multipolar. Segundo acadêmicos e instituições de pesquisa, os chamados BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) serão peças-chave dessa nova ordem.

Para investigar que desafios cada país do BRIC terá pela frente, no caminho para se tornar uma potência em 2020, a BBC Brasil produziu uma série especial que começa a ser publicada nesta segunda-feira, reunido reportagens multimídia de nossos repórteres no Brasil e enviados especiais a Rússia, Índia e China.

Em 2020, com 3,14 bilhões de habitantes (40% da população mundial naquele ano, segundo projeções da ONU), eles devem chegar mais perto das economias do G-7, após terem crescido a taxas muito superiores às de nações ricas.

O National Intelligence Council, entidade do governo americano ligada a agências de inteligência, prevê que já em 2025 todo o sistema internacional - como foi construído após a Segunda Guerra Mundial - terá sido totalmente transformado.

"Novos atores - Brasil, Rússia, Índia e China - não apenas terão um assento à mesa da comunidade internacional, mas também trarão novos interesses e regras do jogo", afirma a instituição

"Muito provavelmente, por volta de 2020 vamos nos dar conta de que existe um equilíbrio muito maior no mundo em termos econômicos e políticos com o fortalecimento de países emergentes como China, Índia, Brasil e Rússia. Com um maior poder econômico, virá também um maior poder político e uma participação ativa desses países em organismos internacionais", disse à BBC Brasil Stepháne Garelli, professor da Universidade de Lausanne, na Suíça, e autor de um estudo que traça cenários para 2050.

Conceito complexo

O conceito de sistema multipolar é complexo e, ainda que boa parte dos analistas concorde que o mundo caminha para isso, o tempo que levará para que a China tenha voz no Fundo Monetário Internacional (FMI), o Brasil tenha um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU ou o Banco Mundial seja dirigido por um russo ou indiano variam muito.

Mas a discussão já não se limita mais ao meio acadêmico. Diferentes aspectos do que pode vir a ser um mundo multilateral (ou multipolar) já começam a aparecer em discursos de autoridades que estão no centro do processo de tomada de decisões internacionais.

Um exemplo recente vem de Gordon Brown, o primeiro-ministro britânico, que, às vésperas do encontro do G-20, em Londres, declarou no Brasil que "o tempo em que poucas pessoas mandavam na economia acabou".

Também às vésperas do encontro, o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, disse em entrevista a uma TV francesa que "soluções globais supõem que a governança de instituições como o FMI seja mais legítima, mais democrática, com espaço para os países emergentes e pobres".

Reunião do G-20

A reunião do G-20, grupo que une países emergentes aos países-membros do G-8, pode ser vista como um sinal dessas mudanças. A voz dos emergentes no cenário de crise ganha especial relevância.

Segundo boa parte dos analistas ouvidos pela BBC Brasil, eles não apenas serão menos afetados do que os países desenvolvidos pela crise, como também podem se recuperar mais rapidamente.

Essa possível recuperação mais rápida se baseia em alguns pilares que serão também propulsores do crescimento de longo prazo.

"A situação das economias desses países é muito diferente. Mas, de maneira geral, os BRIC estão mais bem posicionados para a recuperação do que muitas outras economias", disse Markus Jaeger, responsável por análises de longo prazo no Deutsche Bank.

Para Alfredo Coutinho, analista mexicano da agência Moody's nos Estados Unidos, a crise revela ainda a vulnerabilidade das economias desenvolvidas e deixa clara a necessidade de equilíbrio na economia global.

"É uma oportunidade para as economias emergentes, que devem liderar a recuperação", disse Coutinho.


uma série de obstáculos à confirmação dessas projeções tanto no campo econômico quanto político", disse Bowler.

Apesar das ressalvas feitas por muitos dos ouvidos pela BBC Brasil, o "otimismo" de O'Neill não é isolado.

Um relatório da consultoria Ernst&Young, Global Megatrends 2009, por exemplo, afirma que "a fome de crescimento, junto com a rápida industrialização das economias e populações em expansão, põe os emergentes no caminho da recuperação mais rapidamente, e os países do BRIC são claramente os atores principais".

Essa fome de crescimento vem, em parte, da nova classe média que tem revolucionado o consumo nesses países. Segundo o Banco Mundial, 400 milhões de pessoas se encaixavam nessa categoria em 2005 nos países em desenvolvimento. Em 2030, deverão ser 1,2 bilhão de pessoas.

"A classe média, principalmente dos países do BRIC, será o novo motor da economia mundial", prevê Stepháne Garelli, da Universidade de Lausane e diretor do índice de competitividade, publicado pelo Institute of Management Development, que avalia 61 países em 312 critérios.

"É uma classe média ávida por comprar seu primeiro carro, seu primeiro celular de última geração. Não é conservadora como a classe média do atual mundo rico. Ela quer 'comprar felicidade'", acrescentou.

Aquecimento Global, terrível realidade

No mundo as previsões que eram para aproximadamente daqui a dez anos. Estão se concretizando no nosso dia-a-dia. Os cientistas estão perplexos, pois o Efeito Estufa como um instrumento de diagnóstico tem atingido níveis terríveis e gradativos diante um planeta explorado, sucateado pelos mecanismos de exploração do homem. O que se esperava foi deixado de lado em função de uma economia globalizante ferrenha que aumenta a emissão de gases, ampliando ainda mais esse efeito, transformando nossa atmosfera em uma estufa. Tal fato tem gerado danos climáticos cuja irreversibilidade se torna cada vez mais visíveis, diante do comportamento da natureza.

Ilustração sobre Aquecimento Global: Industria
Baseando-se no relatório elaborado pelo Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas - IPCC/Organização Mundial Meteorológica (OMM) e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA/ONU – Organização das Nações Unidas sobre as mudanças ocorridas no clima do planeta, ainda este ano de 2007, essas emissões atingirão níveis altíssimos. Segundo Flannery - vencedor do prêmio Australiano do Ano, in Reuters:

“O relatório do Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC) mostrará que os gases do efeito estufa presentes na atmosfera na metade de 2005 haviam atingido uma concentração de cerca de 455 partes por milhão de dióxido de carbono equivalente -- um cenário previsto para instalar-se daqui a 10 anos. "Acreditavamos que chegaríamos a esse limiar em cerca de uma década", desabafou Flannery a imprensa australiana.
"Segundo o relatório, a quantidade de gases do efeito estufa na atmosfera já está acima do limite e já há a possibilidade de haver mudanças climáticas perigosas." Flannery, da Universidade Macquarie, disse ter visto os dados que integrarão o documento do IPCC. O cientista afirmou que a expansão da economia global, com destaque para a China e a Índia, é um fator de peso por detrás da inesperada aceleração dos níveis de concentração dos gases do efeito estufa.”.


Em dezembro de 2007 o mundo se reunirá mais uma vez em função não só da atuação sobre o metano, hexafluoreto sulfúrico, óxido nitroso, perfluorocarbono, dióxido de carbono e hidrofluorcarbono, para tornar mais abrangente e radical o controle desse problema tão agravante. Esse encontro será na cidade de Bali (Indonésia), com a função de aprimorar e substituir a legislação do Protocolo de Kyoto - em vigor em 16 de fevereiro de 2006, com término em 2012. Pensava-se que esse aumento só daria daqui a dez anos, coisa que não ocorreu, a taxa de CO2 teve uma aceleração muito além do previsto para Flannery:


“‘Vimos uma aceleração imprevista no nível de acumulação de dióxido de carbono. Superou os limites projetados, para além do pior cenário possível pensado em 2001, e alguns dos outros gases se produziram em uma escala maior do que o imaginado’; ‘O que o estudo estabelece é que a quantidade de gases poluentes na atmosfera superou o limite no qual podem causar mudanças climáticas perigosas’; ‘Caso tivesse que resumir, o que diz (o estudo) é que já enfrentamos um risco inaceitável de mudança climática perigosa e precisamos adotar ações de maneira ainda mais urgente’.”.


Ilustração sobre Aquecimento Global: Planeta Terra
Esse efeito de aquecimento tem descongelado o Oceano Ártico, que ficou agora sobre a mirra de inescrupulosos e seus projetos de ocupação em função dos interesses financeiros na exploração turística, da navegação comercial e dos seus recursos naturais. Imaginem mais de 14 milhões de quilômetros quadrados - Comissão dos Limites da Plataforma Continental (CLPC), banhando as costas da Europa, da Ásia e da América. Seu poder estratégico fica também visível ao Sul sua comunicação com o Oceano Atlântico com o mar de Barents, sem falar do estreito de Fram. Ao oeste limita-se com o Oceano Pacífico, através do Estreito de Bering. A cobiça humana cada vez mais valorizando os interesses individuais em função do coletivo. “De acordo com o Grupo Intergovernamental de Estudos sobre Mudança Climática (Giec), a temperatura média na região aumentou duas vezes mais nos últimos 100 anos do que a média mundial”.

Esses jogos de interesses e ocupação exploratórios vêm contribuindo para o Aquecimento desordenado do planeta, conhecido como Aquecimento Global – que apresenta o aumento da temperatura média dos oceanos, do ar perto da superfície do nosso planeta. Há décadas esses dados são coletados e o mais recentes confirmam esse aquecimento desordenado, que poderá contribuir para a nossa extinção.

O Planeta está sendo tão explorado que os fenômenos naturais do planeta se acirraram como se vê na sociedade da indústria e da tecnologia, ainda somos frágeis diante das variação solares, abalos sísmicos mais intensos do que o normal para determinadas regiões do planeta, alterações na natureza diante da exploração dos minerais subterâneos, Poluição pela emissão de gases. Tudo tem aumentado gradativamente a temperatura da terra.

Ilustração sobre Aquecimento Global: Gráfico de temperatura
A preocupação é tremenda, a ponto de todas as sociedades e comunidades científicas, incluindo todas as academias científicas nacionais dos principais países industrializados se aliarem contra essa terrível realidade. Segundo IPCC, o clima aumentará no intervalo entre 1,1 e 6,4 °C entre 1990 e 2100. Apesar dos estudos a situação ainda é mais agravante, esperasse que o aumento do aquecimento global do planeta e “o aumento no nível do mar continuem por mais de um milênio, mesmo que os níveis de gases estufa se estabilizem. Isso reflete na grande capacidade calorífica dos oceanos”.

Ilustração sobre Aquecimento Global: Região desertificada
Essa capacidade calorífica é verificada através de dados colhidos em estações meteorológicas de medição de temperaturas nas bases do oceano, em vários pontos urbanos, por satélites e até mesmo em navios oceanográficos do governo, de projetos particulares e de Universidades. É feita uma triagem, corrigindo possibilidades de erros, combinados com os dados de variadas localidades para se chegar a uma previsão segura.

O Aquecimento Global têm modificado os fenômenos e a geografia do nosso planeta causando:

  1. Aumento da temperatura, derretimento das calotas polares e nível dos oceanos com possibilidade de desaparecimento de várias cidades costeiras;
  2. Aumento da temperatura destruindo vários ecossistemas com a extinção de espécies e aumento das regiões desérticas;
  3. Aumento do desmatamento e as queimadas no Brasil e África também contribuem para esse caos;
  4. Aumento da temperatura provocando tufões, furacões e ciclones em locais antes não ocorridos;
  5. Aumento da temperatura com maior evaporação das águas dos oceanos, aumentando a força das variações climáticas e conseqüentemente as catástrofes climáticas;
  6. Aumento das Ondas de calor no verão europeu, que era ameno provocando mortes de idosos e crianças.

Acredita-se que na cidade de Bali os organismos internacionais, cumpram realmente seus papéis, tomando decisões mais radicais no sentido de conter o avanço da destruição de nosso habitat natural. Punindo com maior veemência toda nação que tiver um projeto de desenvolvimento voltado a responsabilidade com o Meio Ambiente.

sábado, 31 de janeiro de 2009

PROGRAMAÇÃO DO CARNAVAL 2009(Sujeita à alterações)
31 de Janeiro - SábadoBloco As Poderosas
04 de Fevereiro - Quarta
Lavagem da Orla - Amanda Santiago
Bloco do Taz - Tony Moreno
05 de Fevereiro - Quinta feira
20:30 Sérgio do Forró21:00 Bloco Opas Eletrico - Felipão21:30 Raghatoni22:00 Bloco Sei-Lá Elétrico - Saia Rodada 22:30 Samba de Mezza23:00 Bloco Batata - Motumbá23:30 Netinho24:00 Superseaa
06 de Fevereiro - Sexta feira
19:30 Comando Virgulino
20:00 Bruninho e Banda20:30 Nata das Antigas21:00 Bloco Opass - Harmonia do Samba21:30 Targino Gondim22:00 Voa Voa22:30 Luiz Caldas23:00 Bloco Sei-Lá - Chiclete com Banana23:30 Coffe Black24:00 Banda Trivela
07 de Fevereiro - Sábado
16:30 Bloco Rural - É Xeque17:00 Bloco do Pinico - Grafiti17:00 Bloco Pimentinha - Nanaê19:00 Bloco Recordar é viver - Alan Cleber20:00 Bloco Opass - Trem de Pouso20:30 Bloco Carreta - Bonde do Maluco21:00 Mina21:30 Bloco Sei-Lá - Margareth Menezes22:00 Nanaê22:30 César Adriano23:00 Voa Dois
08 de Fevereiro - Domingo16:00 Bloco Cabaré das Ilusões - Orquestras16:30 Bloco Papa Anjo - Negra Cor16:30 Bloco Pimentinha - Nanaê20:00 Bloco Opass - Chicabana20:30 Leva Nóiz21:00 Bloco Rural Elétrico - Psirico21:30 Alan Cleber22:00 Chicadan22:30 Vanderlei do Nordeste23:00 Kondendê23:30 BadaladaProgramação
Palco Alternativo - (Sujeita à alterações)
06 de Fevereiro - Sexta feira18:00 Neto e Mundinho20:00 André Macêdo22:00 Salsalitro24:00 João Sereno07 de Fevereiro - Sábado18:00 - Orquestra São Francisco20:00 - Gerônimo22:00 - Matingueiros24:00 - Rhuka02:00 - Apocalipse Reggae08 de Fevereiro - Domingo14:00 - Quinto do Samba16:00 - Manasés e Banda18:00 - Camila Yasmine20:00 - Máxima22:00 - Paulinho Boca de Cantor24:00 - Nilton Freitas e Banda
Programação João Paulo II - (Sujeita à alterações)
06 de Fevereiro - Sexta-Feira18:00 - Badalada20:00 - Samba de Mezza22:00 - Banda Fusuê
07 de Fevereiro – Sábado 18:00 - Nata das Antigas20:00 - Superseea22:00 - Cappim Canela
08 de Fevereiro – Domingo 18:00 - Coffe Black20:00 - Sun Maria22:00 - Madonna Cover

Bloco "Eu vou de Gandhi" pelo segundo ano no carnaval de Juazeiro

A idéia de fazer algo diferente no carnaval de 2008, levando as batidas afros envolvida pelo samba-reggae, muito conhecida nos arranjos do Olodum, foi que Mário Pires e Eden Machado criaram o bloco Eu vou de Gandhi. Uma proposta de trazer ao carnaval de Juazeiro, a musicalidade de percussão, vinda da áfrica e bem recebida nas terras brasileiras, principalmente na Bahia de todos os Santos.Baseado na filosofia do indiano Mahatma Gandhi, que buscou a paz como forma não violenta de defender-se, o bloco traz a paz, harmonia e tranqüilidade para seus participantes, principalmente para os que querem brincar no carnaval com suas famílias."O Eu vou de Gandhi em outras palavras quer dizer "eu vou na paz". É um encontro de amigos que curtem o estilo afro musical, muito bem representadas por inúmeras bandas baianas, a exemplo do Ilê Ayê, Muzenza, Timbalada, mas tendo em contrapartida uma alegria diferenciada movida pelos foliões, diz Mário Pires - coordenador do bloco.Comparado aos "Filhos de Gandhi" de Salvador, o coordenador do bloco diz que a única semelhança está na cor, azul e branca, e na mesma idéia de paz e harmonia pregada em todo mundo por Gandhi. "Utilizamos o abadá, nossas músicas tem a base no samba-reggae, e tanto homens, quanto mulheres adultos e crianças participam do nosso espaço, o que diferencia bastante dos Filhos de Gandhi", finaliza.O bloco que sai no Sábado (07/02) será puxado pela Banda Dimbê. Uma banda nova de percussão, quem tem o mestre Alberi a frente dos jovens garotos e conta com a participação de Narciso Neto, músico, compositor e artista local, que interpretará as melhores canções dos carnavais da Bahia.O Eu vou de Gandhi conta com o apoio do Diário da Região, Portal SG, PAFAP – Plano de Assistência Familiar, Marmoaria Novo Rumo, Jornal A Notícia do Vale, Frutpak Embalagens, Rádio Cidade e Gráfica do Vale.

Psirico encerra a 12ª edição do Festival de Verão

A banda Psirico foi escolhida para encerrar mais uma edição do Festival de Verão Salvador. E este ano o grupo, que completa cinco apresentações no palco principal do evento, promete surpreender o público com muita mistura e alegria até o raiar do sol.Com seu estilo samba-pop-percurssivo, Márcio Victor sempre busca aliar musicalidade à alegria inerente da Axé Music. E justamente por isso se identifica com o conceito e identidade do Festival de Verão. “Eu sou movido pela mistura, exatamente como o tema desta edição do Festival. Adoro misturar tudo e meus shows são uma prova disso. Misturo Angola com Bahia, música eletrônica com axé, a tradição com a modernidade... e por ai vai! Por isso, quando o Psirico subir naquele palco, preparem-se para um encerramento digno de um megaevento! Vamos seguir com o arrastão até onde o povo agüentar!”, planeja animado o cantor.Sobre as surpresas ainda não divulgadas, Márcio faz mistério. “Todo ano busco fazer coisas diferentes, no intuito de fazer uma apresentação eclética. No show do Psirico todas as tribos se reúnem, então eu faço um pouco de cada coisa. Eu levo o ensaio do Psirico para o palco do Festival, mas com alguns convidados e com algumas misturas de ritmos que todo mundo espera para ver. No ano passado teve o encerramento com uma banda de fanfarra e esse ano eu vou repetir essa dose porque desejo que torne-se uma tradição. Além de outras surpresas que só na hora para mostrar”, promete.Na noite de sábado [31], antes do Psirico, se apresentam as bandas Olodum, Capital Inicial, a atração internacional Alanis Morissete e a dupla sertaneja Victor e Leo.